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Segurança do trabalho · grátis

Mapa de risco

Liste os setores e os riscos de cada um: a ferramenta desenha o croqui com os círculos nas cores dos 5 grupos e nos 3 tamanhos, com a legenda e a tabela do levantamento, em folha A4 deitada.

  • As 5 cores e os 3 tamanhos
  • A4 deitada, Word e PNG
  • Sem cadastro
O mapa
Setores e riscos

Um cartão por setor, na ordem em que eles aparecem no local. O tamanho em m² só muda o desenho. Em cada risco, o grupo dá a cor e a intensidade dá o tamanho do círculo.

O Word leva a legenda e a tabela, pra editar. O desenho vai no PNG, que entra no Word, no PowerPoint ou no Canva como imagem.

Cores e grupos da Tabela I da Portaria SSST nº 25/1994; tamanhos na proporção dos 2,5, 5 e 10 cm da Portaria DNSST nº 5/1992; o mapa na NR-5 com o texto da Portaria MTP nº 422/2021, alterada pela Portaria MTP nº 4.219/2022. Conferidas em 04/11/2026 no site do Ministério do Trabalho e Emprego. Este modelo não substitui o texto vigente das normas.

🔒 O mapa é montado no seu navegador: a empresa, os setores e os riscos que você escreve não são enviados pra nós.

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Pra que serve e quem não deve usar

Pra desenhar e estudar o mapa de risco de um local de trabalho e levar pra CIPA e pros trabalhadores. A identificação dos perigos e a avaliação dos riscos são do programa de gerenciamento de riscos da organização, pela NR-1.

  • Como inventário de riscos do PGR: o inventário da NR-1 tem conteúdo próprio, como a caracterização da exposição e a avaliação dos riscos (item 1.5.7.3.2).
  • No lugar de medição ou laudo: a intensidade do mapa é a percepção dos trabalhadores, não o resultado de uma avaliação quantitativa.
  • Copiando o exemplo: os riscos, os agentes e o número de expostos têm que sair do lugar de verdade, ouvindo quem trabalha nele.

Como usar

  1. Escreva a empresa e o setor ou a área do mapa e liste os setores do local, na ordem em que eles aparecem. O tamanho em m² é opcional e só muda o desenho.
  2. Em cada setor, some os riscos: o grupo, o agente (como ruído, poeira ou postura), a intensidade e quantos trabalhadores ficam expostos.
  3. Escreva as medidas de controle de cada risco. Elas vão pra tabela do levantamento, na segunda folha.
  4. Confira o desenho, suba ou desça os setores e toque em "Imprimir ou salvar em PDF" ou em "Baixar no Word". Mostre o mapa pros trabalhadores de cada setor.

Exemplos

O que é o mapa de risco

O mapa de risco é um desenho do local de trabalho com os riscos que os trabalhadores percebem em cada setor. A Portaria nº 5 de 1992 o definia como a representação gráfica do reconhecimento dos riscos existentes nos diversos locais de trabalho, pra informar os trabalhadores pela fácil visualização dos riscos.

Cada risco vira um círculo: a cor diz o grupo, o tamanho diz a intensidade e, dentro do círculo, vão o número de trabalhadores expostos e o agente, como ruído, poeira ou postura (Anexo IV da Portaria SSST nº 25 de 1994). O Manual da CIPA do Ministério do Trabalho chama o mapa de uma avaliação qualitativa e subjetiva dos riscos: ele mostra a percepção de quem trabalha e não substitui medição nem laudo.

Os 5 grupos de risco e as cores

A Tabela I do Anexo IV da Portaria SSST nº 25 de 1994 divide os principais riscos ocupacionais em 5 grupos, cada um com a sua cor. Ao escolher o grupo de um risco, a ferramenta sugere os agentes da tabela.

  • Grupo 1, verde: riscos físicos, como ruído, vibração, radiações ionizantes e não ionizantes, frio, calor, pressões anormais e umidade.
  • Grupo 2, vermelho: riscos químicos, como poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases, vapores e produtos químicos em geral.
  • Grupo 3, marrom: riscos biológicos, como vírus, bactérias, protozoários, fungos, parasitas e bacilos.
  • Grupo 4, amarelo: riscos ergonômicos, como esforço físico intenso, levantamento e transporte manual de peso, postura inadequada, controle rígido de produtividade, ritmo excessivo, trabalho em turno e noturno, jornada prolongada, monotonia e repetitividade.
  • Grupo 5, azul: riscos de acidentes, como arranjo físico inadequado, máquinas sem proteção, ferramentas inadequadas ou defeituosas, iluminação inadequada, eletricidade, risco de incêndio ou explosão, armazenamento inadequado e animais peçonhentos.

Os tamanhos dos círculos

A Portaria nº 5 de 1992 fixava três tamanhos, conforme a gravidade: o pequeno, com 2,5 cm de diâmetro, o médio, com 5 cm, e o grande, com 10 cm (item 4). A Portaria SSST nº 25 de 1994, que substituiu a de 1992, manteve a ideia sem dar medidas: a intensidade do risco, pela percepção dos trabalhadores, aparece em tamanhos diferentes de círculos.

Esta ferramenta usa a proporção de 1992, de 1 para 2 para 4. Numa folha A4 o mapa é uma redução: o círculo pequeno tem 10 mm, o médio 20 mm e o grande 40 mm, 40% do tamanho da portaria. Quando os riscos não cabem num setor, os três diminuem juntos, sem mudar a proporção, e a legenda mostra o tamanho usado. Nenhum círculo sai do seu setor.

Riscos do mesmo grupo, da mesma intensidade e com o mesmo número de expostos, no mesmo setor, ficam num círculo só, com os agentes juntos dentro dele. As portarias não falam em círculo dividido em partes, e a ferramenta não divide.

Como fazer o mapa de risco, passo a passo

O antigo Anexo IV da NR-5, da Portaria SSST nº 25 de 1994, trazia estas etapas, e o Manual da CIPA do Ministério do Trabalho diz que nada impede adotar essa metodologia. A portaria mandava ouvir os trabalhadores de todos os setores, com a colaboração do SESMT quando houver, e refazer o mapa a cada gestão da CIPA. Na indústria da construção, o mapa era feito por etapa da obra e revisto sempre que um fato novo mudasse os riscos.

  • Conhecer o processo de trabalho do local: os trabalhadores (quantos são, sexo, idade e treinamentos), os instrumentos e materiais, as atividades e o ambiente.
  • Identificar os riscos do local pelos 5 grupos da tabela.
  • Identificar as medidas de prevenção que já existem e se elas funcionam: proteção coletiva, organização do trabalho, proteção individual e higiene e conforto, como banheiro, vestiário, bebedouro e refeitório.
  • Identificar os indicadores de saúde: as queixas mais comuns, os acidentes de trabalho, as doenças diagnosticadas e as causas mais frequentes de faltas.
  • Conhecer os levantamentos ambientais já feitos no local.
  • Desenhar o mapa sobre a planta ou o esboço do local, com o círculo de cada risco.
  • Discutir e aprovar o mapa na CIPA e afixar em cada local analisado, num lugar bem visível e de fácil acesso pros trabalhadores.

O mapa de risco é obrigatório?

Desde 3 de janeiro de 2022, a NR-5 não obriga um jeito só. Ela diz que a CIPA tem por atribuição registrar a percepção dos riscos dos trabalhadores por meio do mapa de risco ou outra técnica ou ferramenta apropriada à sua escolha, sem ordem de preferência, com a assessoria do SESMT, onde houver (item 5.3.1, alínea b, no texto dado pela Portaria MTP nº 422 de 2021).

O que continua obrigatório é registrar a percepção dos riscos de quem trabalha, e o mapa de risco é uma das formas de fazer isso: a única que a norma cita pelo nome. A NR-1 também manda a organização consultar os trabalhadores sobre a percepção dos riscos ocupacionais, e ela pode usar as manifestações da CIPA pra isso (item 1.5.3.3, alínea b).

Antes era diferente. O mapa virou obrigação em 1992, na NR-9 (Portaria nº 5), passou pra NR-5 em 1994 (Portaria SSST nº 25) e, no texto de 1999, a CIPA tinha por atribuição identificar os riscos do processo de trabalho e elaborar o mapa de riscos. A Portaria MTP nº 422 de 2021 revogou o texto de 1999 e o artigo da portaria de 1994 que tinha posto o mapa na NR-5 (art. 4º, incisos II e III). Em 2025 e em 2026, o mapa de risco não é mais a forma obrigatória, mas segue valendo como ferramenta da CIPA.

As cores no hospital, no laboratório e na escola

As cores e os grupos são os mesmos em qualquer local de trabalho: o que muda são os agentes. Num hospital ou num laboratório, vírus, bactérias e fungos entram no marrom, reagentes e produtos de limpeza no vermelho e a radiação do aparelho de raio X no verde. Numa escola, o uso da voz e o trabalho em pé do professor entram no amarelo.

A Portaria nº 5 de 1992 tinha outra numeração (o grupo 1 era o químico) e chamava o azul de agentes mecânicos, mas a cor de cada tipo de risco já era a mesma da tabela de 1994.

A versão das normas usada aqui

Portaria DNSST nº 5, de 17 de agosto de 1992 (Diário Oficial de 20/08/1992), e Portaria SSST nº 25, de 29 de dezembro de 1994 (republicada em 15/12/1995), nos arquivos do Ministério do Trabalho e Emprego. NR-5 com o texto da Portaria MTP nº 422, de 7 de outubro de 2021, em vigor desde 3 de janeiro de 2022, alterada pela Portaria MTP nº 4.219, de 20 de dezembro de 2022. NR-1 no texto atualizado até a Portaria MTE nº 765, de 15 de maio de 2025. Manual da CIPA do Ministério do Trabalho, atualização de junho de 2016. Tudo conferido em 04/11/2026.

Este modelo não substitui o texto vigente das normas nem o programa de gerenciamento de riscos da organização.

Perguntas frequentes

O mapa de risco é obrigatório?

Desde 3 de janeiro de 2022, a NR-5 manda a CIPA registrar a percepção dos riscos dos trabalhadores por meio do mapa de risco ou de outra técnica ou ferramenta à escolha dela, sem ordem de preferência (item 5.3.1, alínea b). O registro é obrigatório; o mapa é uma das formas.

O mapa de risco ainda vale em 2026?

Vale. A NR-5 de hoje cita o mapa de risco pelo nome como uma das formas de registrar a percepção dos riscos dos trabalhadores. O que deixou de existir em 2022 foi a obrigação de fazer o mapa: hoje ele é uma das formas, e a CIPA escolhe.

Quais são as cores do mapa de risco?

Verde para os riscos físicos, vermelho para os químicos, marrom para os biológicos, amarelo para os ergonômicos e azul para os de acidentes, pela Tabela I da Portaria SSST nº 25 de 1994.

Qual o tamanho dos círculos do mapa de risco?

A Portaria nº 5 de 1992 usava 2,5 cm para o pequeno, 5 cm para o médio e 10 cm para o grande. A de 1994 só diz que a intensidade aparece em tamanhos diferentes. Aqui a proporção de 1 para 2 para 4 vai reduzida pra folha A4.

O que se escreve dentro do círculo?

O número de trabalhadores expostos ao risco e o agente, como ruído, sílica ou ritmo excessivo, como pedia o Anexo IV da Portaria SSST nº 25 de 1994. A ferramenta escreve os dois e leva as medidas de controle pra tabela do levantamento.

Quem faz o mapa de risco?

A NR-5 dá à CIPA a atribuição de registrar a percepção dos riscos dos trabalhadores, com a assessoria do SESMT, onde houver, e a portaria de 1994 mandava ouvir os trabalhadores de todos os setores. A NR-1 manda toda organização consultar os trabalhadores sobre os riscos.

Dá pra fazer o mapa de risco no Word, no PowerPoint ou no Canva?

Dá. Baixe o desenho em PNG e coloque como imagem no Word, no PowerPoint ou no Canva. O botão do Word baixa a legenda e a tabela pra editar, e a tabela também sai em .csv, que o Excel abre.

Os dados que eu digito vão pra algum lugar?

Não. O mapa é montado no seu aparelho: a empresa, os setores e os riscos não vão pro link nem pra nós. O botão Compartilhar leva só o exemplo e as opções da legenda.

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