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Os bonecos ficam em fila no chão da sala, do menor ao maior, e a criança sabe o nome de cada um. Ainda corrige quem chama pterossauro de dinossauro, e com razão: é parente próximo, mas não é dinossauro.
Se aí em casa tem alguém assim, a ciência tem boa notícia. Pesquisadores das universidades de Indiana e de Wisconsin, nos Estados Unidos, acompanharam 215 crianças a partir dos 4 anos. Durante 2 anos, os pais contaram a cada 2 meses do que os filhos gostavam. O estudo saiu em 2008.
Em algum momento, 69% dos meninos e 26% das meninas tiveram o que os autores chamam de interesse conceitual: a paixão que faz a criança colecionar nomes e detalhes de um assunto, como dinossauros, aviões ou cavalos. Cerca de 1 em cada 5 manteve a paixão por 1 ano ou mais.
A notícia não é sobre QI. As pesquisas reunidas no artigo ligam esse interesse a mais conhecimento, persistência e atenção e a um aprendizado mais profundo. Para os autores, perguntar seria um dos caminhos.
A virada veio na passagem para a escola formal: foi o único tipo de interesse que caiu de forma significativa. As hipóteses dos autores são turmas maiores, currículo mais rígido, menos adultos para responder às perguntas e a criança escondendo o assunto para se enturmar.
E fica um assunto para o próximo jantar. Segundo o Guinness, o lugar mais antigo de onde já saíram dinossauros fica na Formação Santa Maria, no centro do Rio Grande do Sul, com rochas de até 233 milhões de anos. Um deles é o Buriolestes schultzi, de São João do Polêsine, considerado o mais primitivo da linhagem dos gigantes de pescoço comprido. Tinha cerca de 1,5 m de comprimento e uns 6 quilos.
Qual é o dinossauro favorito aí na sua casa?
Segue @historiailtda pra ver a história como você nunca viu.
Para a primeira escavação do paleontólogo de casa. Toque na imagem para ver o kit de escavação de ovos de dinossauro.
#dinossauros #paleontologia #maternidade #triassico #vocesabia
*Imagem ilustrativa gerada por IA
História Ilimitada Os bonecos ficam em fila no chão da sala, do menor ao maior, e a criança sabe o nome de cada um. Ainda corrige quem chama pterossauro de dinossauro, e com razão: é parente próximo, mas não é dinossauro. Se aí em casa tem alguém assim, a ciência tem boa notícia. Pesquisadores das universidades de Indiana e de Wisconsin, nos Estados Unidos, acompanharam 215 crianças a partir dos 4 anos. Durante 2 anos, os pais contaram a cada 2 meses do que os filhos gostavam. O estudo saiu em 2008. Em algum momento, 69% dos meninos e 26% das meninas tiveram o que os autores chamam de interesse conceitual: a paixão que faz a criança colecionar nomes e detalhes de um assunto, como dinossauros, aviões ou cavalos. Cerca de 1 em cada 5 manteve a paixão por 1 ano ou mais. A notícia não é sobre QI. As pesquisas reunidas no artigo ligam esse interesse a mais conhecimento, persistência e atenção e a um aprendizado mais profundo. Para os autores, perguntar seria um dos caminhos. A virada veio na passagem para a escola formal: foi o único tipo de interesse que caiu de forma significativa. As hipóteses dos autores são turmas maiores, currículo mais rígido, menos adultos para responder às perguntas e a criança escondendo o assunto para se enturmar. E fica um assunto para o próximo jantar. Segundo o Guinness, o lugar mais antigo de onde já saíram dinossauros fica na Formação Santa Maria, no centro do Rio Grande do Sul, com rochas de até 233 milhões de anos. Um deles é o Buriolestes schultzi, de São João do Polêsine, considerado o mais primitivo da linhagem dos gigantes de pescoço comprido. Tinha cerca de 1,5 m de comprimento e uns 6 quilos. Qual é o dinossauro favorito aí na sua casa? Segue @historiailtda pra ver a história como você nunca viu. Para a primeira escavação do paleontólogo de casa. Toque na imagem para ver o kit de escavação de ovos de dinossauro. #dinossauros #paleontologia #maternidade #triassico #vocesabia *Imagem ilustrativa gerada por IA