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Cor
Cabeça
🧢 Boina estilo de artista
🎀 Lacinho um charme na cabeça
🎓 Chapéu de Formando o clássico
🚀 Capacete Foguete pro Bit decolar
👒 Chapéu de Palha RAROde quem colhe de verdade
👑 Coroa Real pro rei dos estudos
🔥 Coroa Flamejante LENDÁRIOda era Mega Bit em diante
Rosto
🕶️ Óculos Escuros estiloso o dia todo
🥸 Bigodinho charme instantâneo
🎭 Máscara de Herói identidade secreta
🥽 Viseira Cyber visão do futuro
🤓 Óculos de Sábio RAROde quem revisa e não esquece
Corpo
🛼 Rodinhas pra passear no painel
🧣 Cachecol quentinho o ano inteiro
🏅 Cinto de Campeão conquistado com estudo
🦸 Capa de Herói esvoaça no vento
🎖️ Dragonas de General RAROpatente de 5 cursos
Antena
🚩 Bandeirinha tremula na antena
⭐ Estrela da Antena brilha lá no alto
💡 Luzinha Pisca pisca de verdade
🌟 Estrela de Fogo RAROacende com uma semana de streak
🍀 Estrela da Colheita RAROverde de 30 colheitas
🤹 Bolinhas de Malabares RAROde quem brinca com o Bit
🌠 Estrela Cadente LENDÁRIOcom cauda que pisca, da era Super
🎪 Truques do Bit · não se compra: ganha em missão
Cerca fecha o quintal
Arbusto um matinho pra dar vida
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História Ilimitada Entre 1890 e 1910, no East End de Londres, uma jovem mãe foi fotografada depois de passar horas montando caixas de fósforos dentro de casa. Aos pés dela, o bebê dormia no chão, coberto por um tecido. A imagem hoje faz parte da coleção do London Museum.
A cena não era uma exceção. Fazer caixas de fósforos era um dos trabalhos mais mal pagos das chamadas “sweated industries”, atividades feitas em casa ou em pequenos espaços, com jornadas longas e pagamento por peça.
Segundo o próprio museu, mulheres e crianças podiam trabalhar em média 16 horas por dia. A família recebia apenas 2 pence por cada 144 caixas prontas. Em outro registro, de cerca de 1902, trabalhadores recebiam 2,5 pence por 144 caixas e ainda precisavam fornecer a própria cola e a lenha usada para secar o material.
Não havia separação real entre casa e trabalho. As fábricas entregavam madeira e papel, e famílias inteiras montavam, colavam, empilhavam e devolviam as caixas. Crianças também participavam, buscando materiais ou ajudando na produção.
Anos antes, em 1888, cerca de 1.400 mulheres da fábrica Bryant & May, também no East End, haviam saído em greve contra baixos salários, multas e condições perigosas. A mobilização ficou conhecida como a greve das Matchgirls e se tornou um marco do movimento sindical britânico.
A fotografia desta mãe resume algo que números sozinhos não conseguem mostrar: o trabalho invadia a casa, consumia o dia e seguia mesmo quando o corpo já não aguentava mais.
Sua família já contou histórias de trabalho assim?
Segue @historiailtda pra ver a história como você nunca viu.
Do trabalho manual de ontem para uma peça útil na organização de hoje. Toque na imagem para ver uma caixa organizadora de MDF.
#Historia#Londres#Trabalho#EraVitoriana#Curiosidades
*Imagem ilustrativa gerada por IA
História Ilimitada Em setembro de 1943, no meio da Segunda Guerra Mundial, uma cena improvável foi registrada em Palermo, na Sicília: um soldado americano tomando sorvete com três primas italianas que havia acabado de encontrar.
O homem da foto era Vincent J. Crivello, de Milwaukee, Wisconsin. Ele fazia parte de uma geração de famílias separadas pela grande imigração italiana para os Estados Unidos. Entre o fim do século 19 e o começo do século 20, mais de 4 milhões de italianos chegaram ao país, muitos vindos do sul da Itália e da própria Sicília.
Décadas depois, alguns filhos e netos desses imigrantes voltaram à terra de origem usando uniforme americano.
A invasão aliada da Sicília começou em 10 de julho de 1943. Doze dias depois, o Sétimo Exército dos Estados Unidos tomou Palermo. Foi nesse cenário de guerra que Crivello conseguiu localizar parentes da família.
A fotografia preservada pela Library of Congress mostra Vincent sentado em um café de calçada, sorrindo enquanto toma sorvete com três primas. Não é uma cena encenada de filme. O registro foi feito pelo fotógrafo Nick Parrino para o Office of War Information dos Estados Unidos.
A imagem chama atenção justamente pelo contraste. Ao redor, a Europa ainda vivia uma guerra devastadora. Naquela mesa, porém, havia quatro parentes que até então tinham vivido em países diferentes, compartilhando algo tão cotidiano quanto uma sobremesa.
Para muitas famílias ítalo-americanas, a guerra produziu reencontros estranhos como esse: homens criados nos Estados Unidos chegavam à Itália como soldados e encontravam pessoas que antes conheciam apenas por histórias, cartas e sobrenomes.
O que você perguntaria primeiro a um parente que nunca tinha visto?
Segue @historiailtda pra ver a história como você nunca viu.
Uma cena histórica que terminou em volta de uma mesa. Toque na imagem para ver um conjunto de taças para sobremesa.
#SegundaGuerra#Italia#Sicilia#ImigracaoItaliana#Historia
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História Ilimitada Em 2018, uma das faculdades mais antigas do Brasil recebeu pela primeira vez uma turma com reserva de vagas para pretos, pardos e indígenas. Cinco anos depois, parte desses estudantes atravessou o pátio da Faculdade de Direito da USP, em São Paulo, para receber o diploma.
A instituição foi fundada em 1827. Por quase 2 séculos, formou juristas, ministros, professores e figuras centrais da vida pública brasileira. Mas só em 2018 passou a reservar vagas por critério étnico-racial.
A chamada Turma 191 reuniu mais de 300 formandos. Entre eles, 75 haviam ingressado por cotas, sendo 35 pelas vagas destinadas a pretos, pardos e indígenas.
As histórias familiares eram muito diferentes. Havia filhos de diaristas, pedreiros, caminhoneiros, donas de casa e outros trabalhadores que, por gerações, estiveram distantes daquele espaço.
A chegada também não foi simples. Alunos daquela primeira turma relataram estranhamento e sensação de não pertencimento ao encontrar uma faculdade historicamente marcada por pouca diversidade racial e social.
Durante os anos de graduação, o grupo também participou de discussões sobre permanência estudantil, bolsas, moradia e maior presença de autores negros nas bibliografias do curso.
Em 2023, a formatura virou um marco justamente por isso: os primeiros estudantes da política de cotas raciais implantada pela Faculdade de Direito completavam o curso.
A história da instituição continuou a mesma. Mas quem passou a fazer parte dela mudou.
Na sua família, quem foi a primeira pessoa a entrar numa universidade?
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Para quem vive Direito todos os dias. Toque na imagem para ver o Vade Mecum Saraiva 2026.
#USP#Direito#Educacao#Seculo21#vocesabia
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História Ilimitada Felca voltou às redes nesta terça-feira, 20 de outubro, depois de meses longe do YouTube. No vídeo de mais de 1 hora, ele mostrou um laudo de transtorno de ansiedade social, também conhecido como fobia social, e contou como experiências de bullying na escola ainda aparecem na vida adulta.
Segundo o próprio Felca, as agressões começaram na infância e adolescência. Ele relatou humilhações, violência física e situações em que se sentia incapaz de reagir. Ao falar do diagnóstico, deixou claro que associa parte do quadro ao que viveu naquele período.
A dificuldade continuou depois que ficou famoso. Felca contou que passou a usar álcool para conseguir enfrentar gravações, entrevistas e eventos. Em um dos episódios mais graves, bebeu para conseguir gravar, desmaiou depois em casa, caiu no banheiro e quebrou 2 costelas.
O relato não terminou aí. Felca anunciou um desafio pessoal de 90 dias para voltar a aceitar convites e se expor a situações sociais que normalmente evitaria. Também disse que pretende fazer palestras gratuitas sobre bullying em escolas.
Fobia social não é simplesmente timidez. É um transtorno de ansiedade marcado por medo intenso e persistente de julgamento em situações sociais. E não existe uma única causa. No caso de Felca, é ele quem relaciona o bullying vivido na escola ao sofrimento que carrega até hoje.
O vídeo transformou uma experiência pessoal em uma conversa muito maior: o que acontece depois que o bullying acaba para quem foi alvo dele.
Na sua escola, os adultos levavam o bullying a sério?
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Algumas coisas ficam mais fáceis quando saem da cabeça e vão para o papel. Toque na imagem para ver um diário com senha.
#Felca#Bullying#SaudeMental#Anos2020#vocesabia
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História Ilimitada Em setembro de 2014, a Apple fez uma mudança que hoje parece pequena, mas naquele momento alterou completamente o iPhone: aumentou a tela.
O iPhone 5s tinha 4 polegadas. O novo iPhone 6 chegou com 4,7, enquanto o 6 Plus saltou para 5,5 polegadas. Pela primeira vez, a empresa oferecia dois tamanhos grandes ao mesmo tempo. Segundo a própria Apple, o iPhone 6 tinha 38% mais área de visualização que o 5s. No 6 Plus, o aumento chegava a 88%.
Para quem estava acostumado aos modelos anteriores, o 6 Plus parecia enorme.
A resposta do público veio imediatamente. Nas primeiras 24 horas de pré-venda, iPhone 6 e 6 Plus passaram de 4 milhões de pedidos, um recorde para a empresa naquele momento. Quando chegaram às lojas, em 19 de setembro, outro recorde caiu: mais de 10 milhões de aparelhos foram vendidos em apenas 3 dias.
A geração trouxe ainda o chip A8, câmeras renovadas e suporte ao Apple Pay. Mas foi o tamanho que mudou a aparência do iPhone de maneira mais evidente.
Hoje a situação chega a ser curiosa. A tela de 4,7 polegadas que parecia grande em 2014 é menor do que a maioria dos smartphones atuais. O que virou padrão começou como uma das maiores mudanças de design da história do aparelho.
Há estimativas muito repetidas de que iPhone 6 e 6 Plus ultrapassaram 220 milhões de unidades ao longo da vida comercial. A Apple, porém, não publicou um total final oficial separado dessa geração. O recorde que ela própria confirmou foi o do lançamento: mais de 10 milhões em 3 dias.
Qual foi o primeiro iPhone que você teve?
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Um acessório daquela geração ainda vive em milhões de gavetas. Toque na imagem para ver um cabo Lightning compatível com iPhone.
#iPhone6#Apple#Tecnologia#Anos2010#vocesabia
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História Ilimitada Em 2004, abrir um Motorola V3 na frente dos amigos tinha quase o mesmo efeito de tirar um celular novo da caixa hoje. Fino, metálico e muito diferente dos aparelhos mais grossos da época, ele virou objeto de desejo antes mesmo de virar um campeão de vendas.
O RAZR V3 tinha apenas 13,9 milímetros de espessura. Para conseguir aquele formato, a Motorola usou alumínio na carcaça, estrutura interna de magnésio e um teclado metálico gravado quimicamente, iluminado por baixo. Quando aberto, parecia futurista. Quando fechado, cabia no bolso como poucos celulares daquele período.
O modelo foi apresentado em 2004 e começou caro. Nos Estados Unidos, chegou ao mercado por cerca de 500 dólares com contrato. A estratégia mudou quando o preço caiu e novas versões apareceram em várias cores. A partir daí, o V3 deixou de ser só um aparelho de luxo e virou fenômeno popular.
Segundo a própria Motorola, a família RAZR original ultrapassou 130 milhões de unidades vendidas. Em julho de 2006, o V3 sozinho já havia passado de 50 milhões.
Mas os números não explicam tudo. Quem viveu os anos 2000 lembra do barulho seco de fechar o flip, do teclado aceso, da câmera pequena, dos toques personalizados e da sensação de encerrar uma ligação simplesmente batendo a tampa.
Hoje quase nenhum celular se parece com ele. Mesmo assim, o V3 continua reconhecível em segundos porque vendeu mais do que tecnologia: vendeu estilo.
Você teve um V3 ou ficou só na vontade?
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Da época em que celular era objeto de desejo para os acessórios que ainda carregam o visual retrô. Toque na imagem para ver um fone Bluetooth estilo câmera.
#MotorolaV3#Tecnologia#Nostalgia#Anos2000#vocesabia
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História Ilimitada Ter o diploma de medicina pode deixar de ser suficiente para atender paciente no Brasil. Na quinta, 15 de outubro, a Câmara e o Senado aprovaram a medida provisória que torna o Enamed, o exame nacional de formação médica, condição para o registro profissional. O texto ainda depende da sanção do presidente da República.
A prova é aplicada pelo Ministério da Educação em 3 etapas, no fim do 2º, do 4º e do 6º ano do curso. A nota final é a média das 3 notas, com peso maior na última. Quem não atingir o mínimo pode refazer a 3ª etapa. Enquanto isso, só pode fazer atividades sem contato com paciente, sob supervisão, sem atender, receitar ou dar atestado.
A regra vale para quem entrou em medicina a partir de 19 de junho de 2026. Quem já estava matriculado antes continua nas regras antigas, segundo a Agência Senado.
O detalhe histórico é que o Brasil já controlou quem podia curar. Entre 1808 e 1828, a Fisicatura-mor, instalada no Rio de Janeiro, fiscalizava médicos, cirurgiões, boticários, sangradores e parteiras. Para sangrar um doente ou fazer um parto, era preciso ter registro no órgão, e os sangradores só podiam agir por ordem de médico ou cirurgião aprovado.
Até curandeiro podia ganhar licença. Em 1817, a Fisicatura autorizou um curandeiro chamado Bento a atuar na região de Inhaúma, no Rio, durante 1 ano.
Dos 193 pedidos de licença para sangrar, 101 vieram de pessoas escravizadas e 63 de libertos, mais de 8 em cada 10, segundo a historiadora Silvana Jeha. Em 1828, a Fisicatura foi extinta e a fiscalização passou às câmaras municipais.
Mais de 200 anos depois, a pergunta voltou: o que é preciso provar antes de cuidar de alguém.
Você confiaria mais num médico aprovado nessa prova?
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Para quem estuda ou trabalha na saúde, um instrumento de todo dia. Toque na imagem para ver o estetoscópio.
#enamed#medicina#estudantedemedicina#seculo19#vocesabia
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História Ilimitada Bastava ralar o joelho na rua para alguém aparecer com o frasco. Uma gota de Merthiolate, o grito e alguém assoprando para passar. Do lado dele, no armário do banheiro, ficava o mercurocromo, o vermelhinho.
Em abril de 2001, o Ministério da Saúde anunciou a proibição da venda de produtos à base de mercúrio no Brasil, e os dois estavam na lista. A Anvisa proibiu a produção e a venda, e as farmácias ganharam 60 dias para tirar tudo das prateleiras. Os produtos não serviam para esterilizar ferida e traziam o risco do mercúrio. Nos hospitais, já não eram usados desde 1991.
O vermelhinho nasceu nos Estados Unidos, em 1919, e o nome oficial é merbromina. Nos anos 1990, estava na maioria das casas brasileiras, segundo a BBC. O cirurgião Hugh Hampton Young, da Universidade Johns Hopkins, ajudou a revelar suas propriedades antissépticas. Lá, a FDA, agência que regula os remédios, deixou de considerar o mercurocromo seguro em 1998, 3 anos antes do Brasil.
O Merthiolate surgiu em 1927, à base de timerosal, um composto com mercúrio. Desde os anos 1930, estudos já indicavam que ele falhava contra micróbios, segundo a farmacêutica Tânia Amador, da UFRGS. O detalhe histórico é que a fórmula original era timerosal dissolvido em álcool, segundo um banco de dados do Museu de Belas Artes de Boston, nos Estados Unidos. E o vermelhinho podia vir em álcool, que ardia, ou em água, segundo a BBC. Por isso tem gente que jura que um ardia e o outro não.
Depois da proibição, o Merthiolate foi reformulado sem mercúrio. A bula de hoje traz digluconato de clorexidina em solução à base de água, sem álcool.
Na sua casa era Merthiolate ou o vermelhinho?
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Para o próximo joelho ralado, a versão de hoje, sem mercúrio. Toque na imagem para ver o Merthiolate spray.
#merthiolate#historiadamedicina#nostalgia#anos90#vocesabia
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História Ilimitada Benito di Paula morreu neste domingo, 18 de outubro, aos 84 anos, em São Paulo. O cantor, compositor e pianista tratava um câncer de próstata havia cerca de 1 ano. Mas uma das histórias mais curiosas de sua carreira começou décadas antes, numa pensão de italianos em Santos, no litoral paulista.
Benito via as crianças da casa lendo histórias em quadrinhos de Charlie Brown. Como não entendia inglês, pedia que elas traduzissem as tirinhas. Aos poucos, ficou curioso com o personagem criado pelo cartunista americano Charles M. Schulz.
Da curiosidade nasceu uma ideia: imaginar Charlie Brown chegando ao Brasil e apresentar a ele um pouco do país. Benito transformou isso em música. Lançada em 1974, Charlie Brown misturava o personagem estrangeiro com referências brasileiras e virou um dos grandes sucessos de sua carreira.
Nascido Uday Veloso, em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, Benito começou cantando em hotéis e casas noturnas e ganhou projeção nacional nos anos 1970. Ao piano, aproximou samba, romantismo e música popular num estilo imediatamente reconhecível.
Retalhos de Cetim, gravada em 1973, abriu ainda mais as portas do sucesso. Depois vieram músicas como Mulher Brasileira, Tudo Está no Seu Lugar e o próprio Charlie Brown.
Em 2025, ainda em vida, Benito foi homenageado pela Águia de Ouro no Carnaval de São Paulo. Ele participou do desfile ao lado do filho Rodrigo Vellozo e viu sua história atravessar o Anhembi em forma de samba.
Agora fica também essa imagem curiosa: um clássico brasileiro nasceu porque um músico numa pensão pediu a crianças que traduzissem Charlie Brown para ele.
Qual música de Benito di Paula marcou a sua vida?
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Para ouvir essa história girando outra vez. Toque na imagem para ver um LP de Benito di Paula.
#BenitoDiPaula#Samba#MusicaBrasileira#Anos1970#vocesabia
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História Ilimitada Em maio de 2002, Diego Maradona queria viajar ao Japão para acompanhar a Copa do Mundo. O visto foi negado pelas autoridades japonesas por causa de seus antecedentes ligados ao consumo de drogas.
Maradona reagiu em entrevista à Fox Sports. Disse que respeitava as leis japonesas, mas questionou por que os americanos podiam entrar normalmente no país depois de os Estados Unidos terem lançado duas bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki em 1945. A frase correu o mundo.
Não era a primeira vez que ele enfrentava esse problema. Em 1994, o Japão já havia impedido sua entrada pelo mesmo motivo.
A história, porém, não terminou na porta do aeroporto.
Em junho de 2002, o governo japonês mudou de posição depois de um pedido oficial da Argentina, que apresentou Maradona como representante do país para assuntos de turismo e esportes. Ele recebeu uma autorização especial e finalmente desembarcou no aeroporto de Narita, em Tóquio, no dia 28.
Dois dias depois, estava no Japão para assistir à final entre Brasil e Alemanha, em Yokohama. Ronaldo marcou os 2 gols da vitória brasileira por 2 a 0, e o Brasil conquistou o pentacampeonato.
O curioso é que Maradona entrou no país semanas depois de dizer que não entendia por que era tratado como ameaça enquanto cidadãos americanos podiam entrar sem problema. O protesto dele misturava indignação pessoal, futebol e uma lembrança histórica que o Japão jamais esqueceu.
No fim, o homem que havia sido barrado conseguiu entrar justamente para ver o maior rival da Argentina levantar a Copa.
Você lembra onde estava na final de 2002?
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A história terminou com bola rolando em Yokohama. Toque na imagem para ver uma bola de futebol tamanho 5.
#Maradona#CopaDoMundo#Futebol#Anos2000#vocesabia
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