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Walter Orthmann tinha 15 anos quando pegou o primeiro emprego, como assistente de empacotamento numa fábrica de tecidos de Brusque, em Santa Catarina. Era 17 de janeiro de 1938, e a empresa se chamava Indústrias Renaux. A televisão só chegaria ao Brasil 12 anos depois. Logo virou office-boy: entregava correspondência de bicicleta e, uma vez por mês, ia ao banco buscar o salário dos colegas.
Depois, foi para as vendas e chegou a gerente. E nunca saiu de lá. Em 2018, entrou para o Guinness com a carreira mais longa numa mesma empresa, passando um americano. Em 2022, o ano em que ele completou 100 anos, o Guinness registrou 84 anos e 9 dias. A rotina, contou ele, era acordar, fazer exercício e ir trabalhar.
Em janeiro de 2024, Walter completou 86 anos de casa na mesma empresa, hoje chamada RenauxView. Morreu em 2 de agosto daquele ano, aos 102. Ele dizia que a rotina mantém a gente vivo e útil, e que não se preocupava muito com o amanhã, porque o que importa é o presente.
O tema voltou às redes por causa de outra funcionária. Em outubro de 2026, viralizou a foto de Gayle, homenageada por uma loja do Walmart em Owensboro, no Kentucky, nos Estados Unidos, pelos 44 anos de empresa. O presente foi um vaso de flores. Nas redes, virou debate: flores bastam para 44 anos de dedicação?
O costume de presentear quem fica décadas na empresa é antigo. Conta-se que o relógio de ouro na aposentadoria começou nos anos 1940, na Pepsi, nos Estados Unidos. A ideia era devolver, em forma de relógio, o tempo que o funcionário tinha dado à empresa.
Quantos anos você trabalhou na mesma empresa?
Segue @historiailtda pra ver a história como você nunca viu.
Walter dizia que, quando a gente faz o que gosta, não vê o tempo passar. Toque na imagem para ver o relógio.
#walterorthmann #carreira #santacatarina #anos1930 #vocesabia
*Imagem ilustrativa gerada por IA
História Ilimitada Walter Orthmann tinha 15 anos quando pegou o primeiro emprego, como assistente de empacotamento numa fábrica de tecidos de Brusque, em Santa Catarina. Era 17 de janeiro de 1938, e a empresa se chamava Indústrias Renaux. A televisão só chegaria ao Brasil 12 anos depois. Logo virou office-boy: entregava correspondência de bicicleta e, uma vez por mês, ia ao banco buscar o salário dos colegas. Depois, foi para as vendas e chegou a gerente. E nunca saiu de lá. Em 2018, entrou para o Guinness com a carreira mais longa numa mesma empresa, passando um americano. Em 2022, o ano em que ele completou 100 anos, o Guinness registrou 84 anos e 9 dias. A rotina, contou ele, era acordar, fazer exercício e ir trabalhar. Em janeiro de 2024, Walter completou 86 anos de casa na mesma empresa, hoje chamada RenauxView. Morreu em 2 de agosto daquele ano, aos 102. Ele dizia que a rotina mantém a gente vivo e útil, e que não se preocupava muito com o amanhã, porque o que importa é o presente. O tema voltou às redes por causa de outra funcionária. Em outubro de 2026, viralizou a foto de Gayle, homenageada por uma loja do Walmart em Owensboro, no Kentucky, nos Estados Unidos, pelos 44 anos de empresa. O presente foi um vaso de flores. Nas redes, virou debate: flores bastam para 44 anos de dedicação? O costume de presentear quem fica décadas na empresa é antigo. Conta-se que o relógio de ouro na aposentadoria começou nos anos 1940, na Pepsi, nos Estados Unidos. A ideia era devolver, em forma de relógio, o tempo que o funcionário tinha dado à empresa. Quantos anos você trabalhou na mesma empresa? Segue @historiailtda pra ver a história como você nunca viu. Walter dizia que, quando a gente faz o que gosta, não vê o tempo passar. Toque na imagem para ver o relógio. #walterorthmann #carreira #santacatarina #anos1930 #vocesabia *Imagem ilustrativa gerada por IA