Feed da comunidade
Em 2018, uma das faculdades mais antigas do Brasil recebeu pela primeira vez uma turma com reserva de vagas para pretos, pardos e indígenas. Cinco anos depois, parte desses estudantes atravessou o pátio da Faculdade de Direito da USP, em São Paulo, para receber o diploma.
A instituição foi fundada em 1827. Por quase 2 séculos, formou juristas, ministros, professores e figuras centrais da vida pública brasileira. Mas só em 2018 passou a reservar vagas por critério étnico-racial.
A chamada Turma 191 reuniu mais de 300 formandos. Entre eles, 75 haviam ingressado por cotas, sendo 35 pelas vagas destinadas a pretos, pardos e indígenas.
As histórias familiares eram muito diferentes. Havia filhos de diaristas, pedreiros, caminhoneiros, donas de casa e outros trabalhadores que, por gerações, estiveram distantes daquele espaço.
A chegada também não foi simples. Alunos daquela primeira turma relataram estranhamento e sensação de não pertencimento ao encontrar uma faculdade historicamente marcada por pouca diversidade racial e social.
Durante os anos de graduação, o grupo também participou de discussões sobre permanência estudantil, bolsas, moradia e maior presença de autores negros nas bibliografias do curso.
Em 2023, a formatura virou um marco justamente por isso: os primeiros estudantes da política de cotas raciais implantada pela Faculdade de Direito completavam o curso.
A história da instituição continuou a mesma. Mas quem passou a fazer parte dela mudou.
Na sua família, quem foi a primeira pessoa a entrar numa universidade?
Segue @historiailtda pra ver a história como você nunca viu.
Para quem vive Direito todos os dias. Toque na imagem para ver o Vade Mecum Saraiva 2026.
#USP #Direito #Educacao #Seculo21 #vocesabia
*Imagem ilustrativa gerada por IA
História Ilimitada Em 2018, uma das faculdades mais antigas do Brasil recebeu pela primeira vez uma turma com reserva de vagas para pretos, pardos e indígenas. Cinco anos depois, parte desses estudantes atravessou o pátio da Faculdade de Direito da USP, em São Paulo, para receber o diploma. A instituição foi fundada em 1827. Por quase 2 séculos, formou juristas, ministros, professores e figuras centrais da vida pública brasileira. Mas só em 2018 passou a reservar vagas por critério étnico-racial. A chamada Turma 191 reuniu mais de 300 formandos. Entre eles, 75 haviam ingressado por cotas, sendo 35 pelas vagas destinadas a pretos, pardos e indígenas. As histórias familiares eram muito diferentes. Havia filhos de diaristas, pedreiros, caminhoneiros, donas de casa e outros trabalhadores que, por gerações, estiveram distantes daquele espaço. A chegada também não foi simples. Alunos daquela primeira turma relataram estranhamento e sensação de não pertencimento ao encontrar uma faculdade historicamente marcada por pouca diversidade racial e social. Durante os anos de graduação, o grupo também participou de discussões sobre permanência estudantil, bolsas, moradia e maior presença de autores negros nas bibliografias do curso. Em 2023, a formatura virou um marco justamente por isso: os primeiros estudantes da política de cotas raciais implantada pela Faculdade de Direito completavam o curso. A história da instituição continuou a mesma. Mas quem passou a fazer parte dela mudou. Na sua família, quem foi a primeira pessoa a entrar numa universidade? Segue @historiailtda pra ver a história como você nunca viu. Para quem vive Direito todos os dias. Toque na imagem para ver o Vade Mecum Saraiva 2026. #USP #Direito #Educacao #Seculo21 #vocesabia *Imagem ilustrativa gerada por IA