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1E dizia também a seus discípulos: Havia um certo homem rico, o qual tinha um mordomo; e este lhe foi acusado de fazer perder seus bens.

2E ele, chamando-o, disse-lhe: Como ouço isto sobre ti? Presta contas de teu trabalho, porque não poderás mais ser meu mordomo.

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Novo Testamento

Lucas 16

Bíblia Livre

O mordomo e os destinos opostos entenda o capítulo

O capítulo começa com um mordomo que é demitido por má administração e decide agir de forma astuta para garantir seu futuro. Ele reduz as dívidas dos devedores de seu senhor, o que surpreende o patrão. A narrativa então apresenta a história de um homem rico e um mendigo chamado Lázaro, que têm destinos muito diferentes após a morte, com Lázaro sendo confortado e o rico sofrendo. O rico pede ajuda a Abraão, mas é informado de que suas ações em vida têm consequências.

Este capítulo se insere em um momento em que Jesus ensina sobre a riqueza e a justiça, contrastando os comportamentos humanos com a visão divina. A história do rico e Lázaro ilustra a ideia de que as escolhas feitas em vida têm repercussões após a morte, um tema recorrente nas narrativas de Jesus.

O que reparar

  • Repare na astúcia do mordomo e como ele tenta garantir sua sobrevivência.
  • Observe a diferença entre as vidas do rico e do mendigo e o que isso representa.
  • Preste atenção nas respostas de Abraão e como elas refletem a ideia de responsabilidade pessoal.

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Como a história do rico e Lázaro pode nos fazer refletir sobre as consequências de nossas ações na vida?

Versículo que resume Lucas 16:31 Conheça o livro Explorar Lucas ↗

1E dizia também a seus discípulos: Havia um certo homem rico, o qual tinha um mordomo; e este lhe foi acusado de fazer perder seus bens.

2E ele, chamando-o, disse-lhe: Como ouço isto sobre ti? Presta contas de teu trabalho, porque não poderás mais ser meu mordomo.

3E disse o mordomo para si mesmo: O que farei, agora que meu senhor está me tirando o trabalho de mordomo? Cavar eu não posso; mendigar eu tenho vergonha.

4Eu sei o que farei, para que, quando eu for expulso do meu trabalho de mordomo, me recebam em suas casas.

5E chamando a si a cada um dos devedores de seu senhor, disse ao primeiro: Quanto deves a meu senhor?

6E ele disse: Cem medidas de azeite. E disse-lhe: Pega a tua conta, senta, e escreve logo cinquenta.

7Depois disse a outro: E tu, quanto deves? E ele disse: Cem volumes de trigo. E disse-lhe: Toma tua conta, e escreve oitenta.

8E aquele senhor elogiou o injusto mordomo, por ter feito prudentemente; porque os filhos deste mundo são mais prudentes do que os filhos da luz com esta geração.

9E eu vos digo: fazei amigos para vós com as riquezas da injustiça, para que quando vos faltar, vos recebam nos tabernáculos eternos.

10Quem é fiel no mínimo, também é fiel no muito; e quem é injusto no mínimo, também é injusto no muito.

11Pois se nas riquezas da injustiça não fostes fiéis, quem vos confiará as verdadeiras riquezas ?

12E se nas coisas dos outros não fostes fiéis, quem vos dará o que é vosso?

13Nenhum servo pode servir a dois senhores; porque ou irá odiar a um, e a amar ao outro; ou irá se achegar a um, e desprezar ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.

14E os fariseus também ouviram todas estas coisas, eles que eram avarentos. E zombaram dele.

15E disse-lhes: Vós sois os que justificais a vós mesmos diante dos seres humanos; mas Deus conhece vossos corações. Porque o que é excelente para os seres humanos é odiável diante de Deus.

16A Lei e os profetas foram até João; desde então, o Reino de Deus é anunciado, todo homem tenta entrar nele pela força.

17E é mais fácil passar o céu e a terra do que cair um traço de alguma letra da Lei.

18Qualquer que deixa sua mulher, e casa com outra, adultera; e qualquer que se casa com a deixada pelo marido, também adultera.

19Havia porém um certo homem rico, e vestia-se de púrpura, e de linho finíssimo, e festejava todo dia com luxo.

20Havia também um certo mendigo, de nome Lázaro, o qual ficava deitado à sua porta cheio de feridas.

21E desejava se satisfazer com as migalhas que caíam da mesa do rico; porém vinham também os cães, e lambiam suas feridas.

22E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o colo de Abraão. E o rico também morreu, e foi sepultado.

23E estando no Xeol em tormentos, ele levantou seus olhos, e viu a Abraão de longe, e a Lázaro junto dele.

24E ele, chamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro que molhe a ponta de seu dedo na água, e refresque a minha língua; porque estou sofrendo neste fogo.

25Porém Abraão disse: Filho, lembra-te que em tua vida recebeste teus bens, e Lázaro do mesmo jeito recebeu males. E agora este é consolado, e tu és atormentado.

26E, além de tudo isto, um grande abismo está posto entre nós e vós, para os que quisessem passar daqui para vós não possam; nem também os daí passarem para cá.

27E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai.

28Porque tenho cinco irmãos, para que lhes dê testemunho; para que também não venham para este lugar de tormento.

29Disse-lhe Abraão: Eles têm a Moisés e aos profetas, ouçam-lhes.

30E ele disse: Não, pai Abraão; mas se alguém dos mortos fosse até eles, eles se arrependeriam.

31Porém Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, também não se deixariam convencer, ainda que alguém ressuscite dos mortos.

Perguntar sobre este capítulo Dóri

A Dóri responde com o texto de Lucas 16 aberto, separando o que o texto diz, o contexto histórico, as interpretações e a aplicação.

Respostas geradas por IA sobre o texto desta tradução. Interpretações são apresentadas como leituras, nunca como fato — confira sempre o próprio texto.